Destinos Nacionais Atualizado em 03 de agosto de 2026 por Ângela Petrovich Maranhão

O projeto Rede Memória Viva está com inscrições abertas para selecionar quatro territórios que integrarão uma rede nacional de fortalecimento da memória e cultura afro-brasileiras. Prazo vai até 03 de outubro.

Rede Memória Viva abre inscrições para quatro territórios de afroturismo

Estão abertas as inscrições para o edital do projeto Rede Memória Viva. A iniciativa vai selecionar quatro territórios para integrar uma rede nacional voltada ao fortalecimento da memória e da cultura afro-brasileiras. O prazo para se inscrever vai até o dia 03 de outubro.

Todas as informações do edital estão disponíveis no site oficial da iniciativa, incluindo o link para a inscrição. Os territórios selecionados serão divulgados no dia 22 de outubro.

O que é o afroturismo e por que ele importa

O objetivo do projeto é identificar territórios que contribuem para a preservação da memória afro-brasileira e ajudá-los a obter mais reconhecimento e visibilidade, por meio do afroturismo. Esse termo designa o turismo feito em locais ligados à ancestralidade africana e à cultura negra.

Para quem trabalha com turismo de negócios, entender essa demanda é relevante: cresce o número de viajantes que buscam experiências com propósito, e o afroturismo responde a isso com roteiros que conectam história, cultura e comunidade.

O que os selecionados recebem

Os quatro territórios selecionados vão participar de um processo institucional com acesso a formações, desenvolvimento de projetos e estratégias voltadas ao turismo de base comunitária, à economia da cultura e ao reforço de suas iniciativas locais.

Na prática, isso significa estrutura para transformar memória em ativo turístico sustentável. Um ganho direto para quem vive nesses territórios e um diferencial para quem organiza viagens corporativas com agenda cultural.

Quem está por trás do projeto

O projeto integra as ações do Consórcio Viva Pequena África, formado pelo Centro de Articulação de Populações Marginalizadas (Ceap), pela Diáspora.Black e pela Feira Preta.

Mapeamento nacional de herança africana

A iniciativa também está fazendo um mapeamento nacional de experiências que preservam a herança africana no Brasil, incluindo quilombos, comunidades tradicionais, museus comunitários, centros culturais, organizações da sociedade civil e outros espaços.

O mapeamento vai contribuir para ampliar a visibilidade de iniciativas que desempenham um papel essencial na preservação da história e da cultura afro-brasileiras.

Para o viajante a trabalho, esse mapeamento é um guia em construção: aponta onde encontrar experiências autênticas de afroturismo em diferentes regiões do país, úteis para agendas de bleisure.

Perguntas Frequentes

Quem pode se inscrever no edital da Rede Memória Viva?

Territórios que contribuem para a preservação da memória afro-brasileira. O edital não especifica perfis restritos, mas o foco são comunidades, quilombos, museus comunitários e centros culturais.

Qual o prazo para inscrição?

As inscrições vão até o dia 03 de outubro. Os selecionados serão divulgados em 22 de outubro.

O que os territórios selecionados recebem?

Acesso a formações, desenvolvimento de projetos e estratégias voltadas ao turismo de base comunitária, economia da cultura e reforço de iniciativas locais.

O que é afroturismo?

É o turismo feito em locais ligados à ancestralidade africana e à cultura negra.

Como o mapeamento nacional ajuda o viajante?

Ele reúne experiências de preservação da herança africana no Brasil, servindo como referência para roteiros culturais.

Conteúdo com base em informações da Agência Brasil.

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